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Uma questão de saneamento mental básico (1)

Um comentário sobre “Uma questão de saneamento mental básico (1)

  1. Ótimo texto.

    Aproveito para parabenizá-la pelo seu blog, o qual, ainda que muito silenciosa e discretamente, venho acompanhando desde o início.

    Obrigado pela dedicação à educação. A família brasileira agradece.

  2. Muito obrigada, Luiz.
    Seu comentário me alegra e anima.
    Que Deus nos ajude!

  3. Minha mãe foi professora primária na roça nos anos 60 e teve um choque há poucos anos quando deu aulinhas de reforço numa creche. Infelizmente ela não pode continuar por problemas de saúde, mas ela pode constatar que mesmo crianças extremamente prejudicadas e atrasadas por essa corja de "educadores geniais", respondem super bem a boa e velha cartilha. Justamente por isso que a cartilha é tão abominada por esses "educadores modernos" pois a cartilha desmascara rapidamente essa máfia através do resultado. É só comparar.

  4. Olá, João!
    Pura verdade isso que você diz. Ano passado utilizei um método misto com minha filha: exercícios elaborados por mim + leituras em 2 horários diferentes do dia +caligrafia + a cartilha "Caminho Suave". Em pouquíssimo tempo ela estava alfabetizada.
    A fuga da objetividade dos conteúdos tradicionais é prova, não da inovação, mas da incompetência desse pessoal.
    Obrigada pela visita e pelo seu comentário!

  5. Caloura na área.
    Conheci Olavo de Carvalho a pouquíssimo tempo e desde então minha mente vem se abrindo a uma nova gama de conhecimentos e questionamentos que até então eu não possuía. Frequentei escola pública e universidade federal, então daí podem concluir o tipo de formação que tive durante muitos anos. Mas enfim, estou feliz em poder ter acesso a esse tipo de informação agora e ao mesmo tempo triste ao perceber que somos tão poucos. Tenho duas filhas gêmeas de 3 anos e meio que começaram a frequentar a creche esse ano pois tinha decidido começar a estudar para concursos públicos, porém agora minha cabeça tem dado um nó. Confesso que estou muito confusa, a todo momento pensando em tirá-las da creche e parar de estudar, mas ao mesmo tempo tem a questão da renda. Só meu marido trabalhando a coisa fica bem apertada e não sei se eu conseguiria ficar dentro de casa por tantos anos sem enlouquecer. haha Às vezes penso então em continuar estudando para passar logo num concurso e assim poder pagar uma escola particular que vá mais ao encontro de nossos valores. Enfim, estou bem confusa, mas disposta a pensar sobre essas questões e decidir sobre o que será melhor para elas. Aliás, já vou encomendar o Teaching the Trivium, achei bem interessante. De qualquer forma, obrigada pela sua dedicação em escrever e disponibilizar seus textos. Têm ajudado muito nesse momento em que me sinto meio como um peixe fora d´'agua e sem pessoas para discutir sobre esse assunto ao meu redor. Moro em Florianópolis. Você conhece algum grupo por aqui que se dedique a estudar e debater esse assunto?

  6. A propósito, não sabia que ainda publicavam a cartilha "Caminha Suave"! Fui alfabetizada em casa com ela antes de ir para escola. Que legal! Bom saber! ;D

  7. "Branca Alves concedeu uma entrevista para um jornal de grande circulação em São Paulo justamente dois anos após a Caminho Suave ser rejeitada pelo MEC. “Eles (o governo, o MEC e o Guia do Livro Didático, o Conselho Nacional de Educação, as secretarias de Educação etc.) estão projetando, quase decretando, que os alunos não usem mais cartilhas. Mas só ao final de várias décadas é que vai se chegar à conclusão se o construtivismo dá ou não resultados”, disse a educadora sobre o fim da utilização de seus exemplares."

    http://www.infoescola.com/pedagogia/cartilha-caminho-suave/

  8. Oi, Daniela! Seja bem-vinda!
    Veja, cada caso é um caso, cada família precisa encontrar o arranja que mais a faz feliz.
    Eu comecei neste caminho de mãe em tempo integral quando percebi que conseguiria suportar qualquer fracasso e não realização em termos de trabalho e de finanças, mas que jamais suportaria o fracasso em minha família. Trabalho e dinheiro, na minha opinião, são coisas que podemos buscar em qualquer idade, mas relacionamento familiar é coisa que depende do dia-a-dia, que não pode ser deixado para daqui 1, 5 ou 10 anos quando se tem filhos. Mas, como disse, essa é a minha experiência, a minha compreensão e a minha escolha. Não penso que todos devam se adequar a isso.
    De todo modo, acredito que, sejam lá quais forem os rumos que pretendas dar, as coisas mais importantes são: não agir contra a própria consciência e não agir autonomamente, desconsiderando o que o seu marido pensa, pois com isso vocês dividiriam e enfraqueceriam a família. Quanto mais unidos vocês estiverem, melhor será para todos, especialmente para as crianças.
    Quanto a conhecer pessoas em Florianópolis, não conheço ninguém. Mas falarei com umas mães olavettes e homeschoolers que são minhas amigas e te aviso se souber de alguém ok? 😉
    Qualquer dúvida, me escreva. Pode ser que demore, mas eu respondo.
    Um abraço e que Deus abençoe a vocês!

  9. Desculpe os erros. Escrevo enquanto amamento, converso com as crianças!… só falta tocar instrumento musical! =D

  10. Olá Camila! Muito obrigada por arranjar um tempinho e ainda responder minha msg!
    Eu e meu marido temos conversado bastante a respeito e jamais tomaria uma decisão sem um consenso. Estamos quase decididos a tirá-las do período integral e deixá-las somente meio-período ou quem sabe nem isso. Assim como está não não estamos satisfeitos. Ontem ainda me decepcionei mais quando cheguei na salinha e me deparei com um cartaz sobre uma atividade que elas tinham feito. Na folha tinha a estória das bonecas Abayomi, contando que eram utilizadas como amuletos etc. Eis aqui as bonequinhas; http://ceafro.blogspot.com.br/2010/11/bonecas-negras-artesanais-abayomi.html
    Sinceramente, com tanto tema pra trabalharem com as crianças, justo esse tipo de coisa?
    Já fiquei me questionando sobre o que mais eles poderiam estar passando pra elas que eu nem faço ideia etc.
    Enfim, por essas e outras, prefiro elas mais perto de nós e do que nós temos pra passar pra elas do que de terceiros.
    Um abraço e que Deus te dê forças e saúde pra essa etapa que não é moleza! 😉

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