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Revolução cultural para baixinhos

Um comentário sobre “Revolução cultural para baixinhos

  1. Olá Camila, tudo bom? Acompanho suas postagens tanto por aqui quanto pelo Mídia Sem Máscara.

    Olha, eu li o artigo abaixo no site do G1, e gostaria de saber sua opinião.

    http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/07/distrito-escolar-nos-eua-troca-livros-e-cadernos-por-laptops-24-mil-alunos.html

    Parabéns pelo site!

  2. Parabéns pela sensatez, pela coragem de escrever em um mundo sórdido e pela bela família!

    Deus os abençoe!

  3. Que horror essa estória do Lobo Mau! É o tal do "politicamente correto" para crianças… Tudo bem que mesmo os pais ensinando e educando, não há como livrar da aproximação de pedófilos ou pessoal mal intencionadas, e muito menos, que um dia, os filhos esqueçam essas estórias quando crescerem… Mas deturpar totalmente um conto infantil clássico seja lá a que título for… Talvez pelo amor aos animais, é demais, né?
    Lembrei do Monteiro Lobato que quase foi proibido – se é que não o foi – nas escolas… Não tenho filhos então pouco acompanho esse cotidiano, mas os assuntos educacionais me interessam muito…

  4. Olá, Cris e Trevor!
    Obrigada pela visita e pelos comentários!
    Que Deus os abençoe também!

  5. Oi, Rodrigo! Comigo, tudo bem. E contigo?

    Acabei de ler a notícia no G1 e achei interessante. Mais cedo ou mais tarde algum lugar tentaria algo nessa direção, rumo à digitalização total.

    Achei bacana o fato de não terem liberado as crianças menores do exercício de caligrafia durante a alfabetização (coisa que, aqui no Brasil, professores, alunos e pais costumam dar um dedo para verem-se logo livres).

    Mas quem acertou em cheio, na minha opinião, foi aquele especialista entrevistado ao final: a tecnologia só poderá ser bem aproveitada quando as escolas souberem precisamente o que querem com ela. Caso contrário, virará perfumaria.

    Por fim, acredito que, apesar das melhorias nos desempenhos e comportamentos dos alunos, só o tempo poderá dizer se tal modificação metodológica e estrutural foi essencialmente boa para todos, se ela promoveu de fato uma mudança a longo prazo, se "engajou" (eita palavrinha mais na moda) os alunos em suas próprias formações, se a disposição deles para a pesquisa e estudo mudou realmente, ou se trata-se apenas de uma mudança superficial, relacionada exclusivamente com a ferramenta utilizada e não com o conhecimento em si.

    Obrigada pelo envio do link. Vou procurar prestar mais atenção a estes novos movimentos.

    Um abraço!

  6. Gostei muito do texto, e acompanho, na medida do possível o que minhas filhas veem na tv, mas me atentei mais pro super why quando minha filha disse que a historia de verdade não era do jeito "super why" e me toquei, eles sempre mudam a historia, e não há nada muito inofensivo na discovery kids, bons desenhos não ficam muito tempo no ar, sempre tem muito lixo e engenharia social que pode passar desapercebida, devemos estar atentos sempre e limitar o tempo na tv, que deve ser orientado limitado e acompanhado.

    hoje me perguntei: quem está doutrinando meus filhos?
    a tv tem mais espaço na vida deles do que eu?

    p.s. gostei muito dos textos sobre educação liberal e trivium.

    tempos dificeis que exigem mais de nós, pais…

  7. Oi, Leonardo!

    Pois é, essa é uma boa questão: será que os tempos exigem mais de nós ou nós é que nos descuidamos da nossa vocação? E quando eu digo "nós", não me refiro especificamente a mim e a ti, mas à nossa geração como um todo.

    Talvez tenhamos que reaprender o que seja a maternidade e a parternidade, pois o que mais temos ao nosso redor são pessoas se reproduzindo e abandonando emocional, moral e espiritualmente umas às outras.

    Você faz bem em levantar tais questionamentos. Que Deus nos ajude.

    Um abraço e muito obrigada pela visita e pelo comentário!

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