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Gastando o meu latim

Um comentário sobre “Gastando o meu latim

  1. E o pior Camila, é que esse tipo de gente não procura nem estudar a própria pedagogia (digo a pedagogia de verdade e não essa formação de militantes que são os cursos de graduação) e ver que vários estudos já mostram a eficácia da educação domiciliar, principalmente na infância.

    Além disso, o mesmo tipo de gente que diz que a mãe ficar em casa é para quem pode, diz que só pode ter no máximo dois filhos. Pois eu digo, que essa gente realmente não pode: não pode abrir mão de confortos fáceis, não pode dar o salto da fé de não confiar só em si mesmo, mas contar também com a Providência, não pode ser generoso nem com a própria família. E francamente, eu sou casada e dona-de-casa (ainda sem filhos), e é tanta critica e perseguição que se sofre que jamais escolheria essa vida simplesmente porque POSSO, mas porque definitivamente QUERO; e para quem quer realmente, sempre dá-se um jeito.

    Fez muito bem em não publicar, pois se mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo resistia aos soberbos, você tem todo direito de fazê-lo.

    Fique com Deus! Um abraço.

  2. Ufa! Fico muito aliviada com todos os seus argumentos, Camila.
    Recentemente retiramos nossas duas filhas (de 2 e 3 anos) da escola em que estudaram e matriculamos em uma franquia da Espanha, aqui chamada Arethê ("excelência" em grego). Depois de muito pesquisar confirmamos tratar-se de uma escola católica, dirigida por pais leigos, aonde todos os professores são católicos e verdadeiramente professam sua fé. Existem imagens de Nossa Senhora em todas as salas de aula, com orações em diversos momentos do dia.
    Somos servidores públicos e depois de estarmos com nosso filho já adulto, resolvemos começar tudo de novo…
    Ele estudou em outro colégio dito católico, que só atrapalhou a formação que transmitíamos em casa. Hoje, felizmente, somos os padrinhos de nossa neta, e filho e nora sabem o quanto a fé em Deus é preciosa em nossas vidas.
    Não iremos deixar nossos trabalhos, pois em pouco tempo estaremos aposentados. Será uma benção! Poderemos nos dedicar melhor à formação de nossas filhas e auxiliar na criação de nossa neta no que mais importa: viver como Jesus.

  3. A única resposta que aquela senhora precisa na verdade é que primeiro leia o "Maquiavel Pedagogo", depois venha discutir suas impressões sobre o livro. Sem uma base de conhecimento comum, sólida, embora mínima, sobre a qual discutir não há nem por que entrar no mérito. Essa pessoa certamente entende a palavra "socialização" de um jeito bem diferente daquele da elite globalista, sequer suspeitando ela do que será de suas crianças, se é que as tem.

  4. Camila,
    Sou professora, e como tal estou presa em cima de um muro muito alto. De um lado observo as qualidades da educação domiciliar e sonho em, quem sabe um dia, implantar em minha própria família. E do outro vejo meu sustento, minha profissão – que confirma parte da minha identidade – e meu próprio trabalho: meu esforço diário em dar meu melhor, atenta e cuidadosa em relação a qualquer doutrina que possa ser repassada sem que eu sequer perceba.
    Graças a Deus trabalho numa escola – que considero – muito boa. Católica, de valores e virtudes, e muito preocupada com a excelência acadêmica das crianças. Mas é lógico que não é e nem nunca será perfeita.
    Minha dúvida e medo em relação ao homeschooling não é essa balela de socialização, afinal eu concordo que muitas crianças mal educadas por suas famílias acabam sendo má influencia para as bem educadas. Eu fico pensando mesmo é no desenvolvimento fisíco das crianças.
    No seu caso, vocês praticam algum esporte? levam em alguma aula especial?
    Digo isso pois em meus estudos recentes – e inclusive relacionados com esta escola em que trabalho – tenho aprendido muito sobre a relação entre o desenvolvimento físico e mental. E até sobre a relação de determinados exercícios físicos com a ativação e fortalecimento de conexões neuronais importantes para a futura aprendizagem.
    Enfim. Queria saber um pouco sobre sua experiencia.
    Fico feliz de ver sua família se desenvolvendo tão lindamente. Parabéns e Deus continue abençoando!!

  5. Oi, Muriel!

    Primeiro, desculpe minha demora em responder-te, mas você pode imaginar como são as coisas por aqui. 😉

    Bem, a questão das atividades físicas é algo que tem mudado bastante para mim. Eu nunca pratiquei esporte algum, além da educação física tradicional, na escola. E como nunca estudei a respeito, acabei não dando a devida importância a este aspecto da formação das crianças.

    Felizmente, como disse acima, as coisas estão mudando. Tenho buscado mais informações a respeito (e o prof. Carlos Nadalim tem um papel fundamental nisso) e finalmente começo a compreender a importância do investimento nesta área.

    Aqui, onde nós atualmente residimos, finalmente as crianças têm espaço para correr, para pegar sol, para mexer na terra, ainda que esteja longe do ideal. Tenho feito alguns exercícios do curso "Como ensinar os seus filhos a ler" vejo as melhorias, especialmente no desenvolvimento do Benjamin.

    Em breve, se Deus quiser, conseguiremos matricular a Chloe numa atividade esportiva, provavelmente ginástica artística. Se der certo, em seguida vocês receberão mais notícias aqui no blog. 😉

    Um abraço e fique com Deus!

  6. Tainá, Desconhecido e Marmota, obrigada pelo apoio!

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