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O moleque e o jardim de infância

Um comentário sobre “O moleque e o jardim de infância

  1. Camila, li teus dois post, o de ontem (do moleque sem-noção) e do reitor da universidade! Obrigada por colocar em forma de texto meus pensamentos! Trabalho infantil! Que ridículo! Só faltam dizer que juntar os proprios brinquedos é trabalho infantil! É uma invasão e uma necessidade do capeta de tirar a autoridade dos pais em diversos cenários! E como se não fosse suficiente, baseado em supostas "projetos" e "novas leis" de proteção ao menor! Não vi a entrevista do reitor, mas não preciso! Já com seus 10 pontos tenho suficiente! Obrigada! Abraço! Deus abençoe!

  2. O problema da educação dos rapazes é crítico. Eles precisam de um tratamento diferenciado das meninas. Está havendo uma efeminação dos meninos, principalmente aqueles que são menos "viris" e tem inclinações intelectuais e artísticas. E os "viris", aqueles que têm e precisam extravasar sua energia e agressividade, se não têm a oportunidade de canalizar isso construtivamente se tornam infratores. Meninos precisam de um pouquinho de "exército" ou "seminário", algum tipo de internato com treinamento rigoroso e exigente, conforme sua inclinação, e apartados das meninas. Senão viram uns entojados, enjoados, covardes, exploradores, viciados que é o que são a maioria dos adolescentes por aí.

  3. Se o trabalho dos menores for referente às novelas e programas televisivos tudo bem, horas e horas entre ensaios e gravações mas tudo bem! Afinal eles são treinados a responder aos curiosos repórteres que perguntam se ainda lhes resta tempo de brincar: – "Sim, sou uma criança normal". Francamente, se elas tem papéis (ao se tratar de novelas) "importantes" e gravam todos os dias não é difícil imaginar que se trata de um trabalho pesado e estressante. Hipocrisia! Difícil é encontrar lugar para que nossos filhos aprendam algo produtivo aos 12 anos (além é claro da participação na rotina da casa) pois levar papéis ao banco não me parece produtivo.

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