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Feminismo, maternidade e fé em notas soltas

Um comentário sobre “Feminismo, maternidade e fé em notas soltas

  1. Muito bom Camila, desde que li o livro O Amor que dá a Vida, da Kimberly Hahn, vejo com outros olhos a abertura à vida no matrimônio, como uma bênção de Deus. é uma conversão constante. Ao mesmo tempo concordo com vc, ter muitos filhos mas larga-los aos cuidados de terceiros, usar métodos disciplinares violentos físico-psíquicos para ter "paz" no lar, criar filhos sem afeto, sem morrer para si mesmas e tomar a maternidade como vocação Divina, talvez então seja melhor não ter uma família numerosa. Acho que a falta de amor e atenção aos filhos é a pior herança que podemos deixar, pois no final afasta os filhos de Deus.

  2. Camila, tenho acompanhado seu blog desde o início, e gosto muito de seus textos. Que coincidência ler o comentário acima de uma grande amiga minha. Acho lindo ver famílias numerosas, não sei se terei uma por motivos que te conto em particular. Agora temos 2 crianças. Concordo com tudo que disse, só colocaria um complemento: Deus dá graças a quem se abre a família e compra essa ideia. Ele ajuda a nos esvaziarmos de nós e arrumarmos tempo e disposição. Às vezes achamos que não damos conta, eu na segunda já tive esse medo. Mas entre uma correria e outra as coisas se ajeitam. Vejo amigas com 5, 6, 8 filhos e todas sobrevivem. Um grande beijo e continuo te acompanhando.

  3. Camila, obrigada pelo lindo texto! Consigo ver muito mais sentido em tudo que estou vivendo, e tenho imenso desejo de abraçar cada vez mais essa causa (morrer para si mesma para que o amor se multiplique) e deixar que Deus nos conduza sem medo de abraçar a cruz! Muito obrigada!

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