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4th of July

Hoje incrementamos nossa aulinha de inglês com um pouco de história. Como não poderia deixar de ser, além das atividades corriqueiras, incluí uma breve explicação sobre o 4 de Julho de 1776 e também outras três folhinhas de exercícios extras inspirados no Independence Day.
As atividades especiais foram baixadas do site Education.com , que já foi listado em algum daqueles apanhados de links que faço aos domingos. Se você se cadastrar no site, terá direito ao download de 10 atividades gratuitas por mês. Acima disso é preciso assinatura.
Aqui está o link para a página específica das atividades sobre 4th July: http://www.education.com/worksheets/national-symbols/ As que escolhi são Word Search (para aumentar o vocabulário), Dot to Dot Letters (para colorir) e um desenho de um desfile explicando o motivo da celebração e também mostrando a bandeira norte-americana original, aquela com somente 13 estrelas.

Confira! Ainda dá tempo de imprimir e ensinar aos pequenos!


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O Cordeiro É o Leão

 

Lendo
“As crônicas de Nárnia” para as crianças, que é de autoria do autor
cristão C.S. Lewis, vejo o quanto até mesmo a literatura infanto-juvenil
cristã tornou-se uma água com açúcar, que pouco desperta para a
virtude, assim como pouco estimula o combate à maldade.

Vejam só que diferença!:


“Os dois reis e as duas rainhas governaram Nárnia, e o reinado foi
longo e feliz. A princípio gastaram grande parte do tempo destruindo o
que restava do reinado da Feiticeira Branca. Durante muito tempo ainda,
chegaram notícias de que espíritos maus se escondiam nos recantos
desconhecidos da floresta. Uma emboscada aqui, uma morte ali, um
lobisomem que aparecia, uma bruxa que dava o ar de sua desgraça… Até
que toda aquela raça imunda foi eliminada. E os reis e as rainhas
fizeram leis justas, mantiveram a paz, não permitiram que as árvores
fossem derrubadas sem necessidade, libertaram os anõezinhos e os sátiros
da tirania escolar (…)”
Em qual livrinho cristão de hoje em
dia vemos semelhante coisa? Reduziram o Leão ao Cordeiro e com isso
amputaram de Cristo Sua força e Sua justiça, distorcendo-O no imaginário e
nos corações de nossos pequenos.

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Desmascarando o comunismo para as crianças

Participo de um grupo interessante no facebook, o Compartilhar Conhecimento. Foi lá, se não me engano, onde vi o post do videozinho a seguir. Chama-se “Como desestabilizar uma nação Chicken Little 1943”.



Trata-se de um desenho animado interessantíssimo, da Walt Disney, feito em 1943 (em plena guerra!), com quase 9 minutos de duração.

Claro, só faz sentido exibir o desenho para as crianças se a questão do comunismo ou da política em geral fizerem parte das conversas da família, o que é o nosso caso. E, sendo este também o seu caso, é importante considerar se as crianças já possuem idade e maturidade mínimas para entender um pouco do que está em jogo no desenho.

Se nada disso aplicar-se à circunstância de sua família, então assista você, mamãe ou papai, ao desenho. A capacidade de síntese do autor da história é muito, muito boa, bem como o didatismo com que ele explica o passo-a-passo da destruição da sociedade. 

Dentre as muitas boas sacadas da história, destaco três, que a mim me pareceram bastante significativas:

  • A primeira é o método de ataque psicológico adotado pela raposa (que confirma completamente aquilo que temos visto na obra Maquiavel Pedagogo, sobre a qual tenho dois posts publicados aqui e aqui);
  • A segunda é que a raposa, apesar de sua ostensiva influência, NUNCA se revela, NUNCA se dá a conhecer, exceto na hora derradeira em que come todas as aves. Isso me lembra, extrapolando o âmbito meramente político, um fenômeno típico do nosso tempo: a adesão cega e inflexível a determinadas opiniões sem que se saiba quem as elabora, quem por elas se responsabiliza ou onde se pode verificá-las honestamente, em contraposição a opiniões divergentes que, no entanto, têm cara, nome e endereço bem definidos. Em outras palavras, trata-se de uma adesão ao éter, às nuvens, aos mil ventos que sopram, e que se opõe ao muro que está bem diante do nariz. Quantos casos vocês já não encontraram por aí de jovens que afirmam com veemência, por exemplo, que vivem uma síntese de todas as religiões, “pegando o que cada uma tem de bom”, afinal, “todos os caminhos levam a Deus”, e NUNCA pararam para estudar sinceramente NENHUMA religião das quais eles dizem se apropriar? Ou quantos outros emitem opiniões sobre capitalismo, socialismo, comunismo sem NUNCA terem parado para ler os principais autores ou ao menos os principais documentos sobre tais coisas? São estes os que compõem a massa voluntariamente acéfala dos Anonymus que se manifestam “pacificamente” por aí e que só servem para alimentar o insaciável apetite da raposa que as devorará no momento oportuno;
  • A terceira sacada é a “moral da história” dada pela raposa, a qual, inevitavelmente, lembrou-me o texto bíblico: “Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira.” (João 8:44)
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Links edificantes (4)

NHERI (National Home Education Research Institute) – Um espaço repleto de livros e artigos sobre a questão do homeschooling ao redor do mundo.
Ministry to Children – Atividades e joguinhos bíblicos em inglês.

LooLeDo – Um site ao estilo Mr. Maker, que ensina a fazer diversos tipos de brinquedos com os mais diversos materiais de sucata. Perfeito para as férias.

Espaço Educar – Ainda não explorei todo o site, mas daquilo que vi, como de costume, há coisas que não valem a pena. No entanto, além de atividades diversas, encontrei algum material sobre o método fônico de alfabetização, o que pode ser bastante útil aos pais que estão entrando nessa fase com os seus filhos, ou mesmo aos pais que percebem dificuldades de aprendizem nas crianças. O método fônico é comprovadamente mais simples, mais natural e mais qualificado que o método ideográfico, atualmente utilizado no Brasil.
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Alguns rápidos apontamentos sobre disciplina

Bom dia!

Quando não estou lendo algum livro específico da Bíblia ou acompanhando algum estudo, gosto de ler um capítulo de Provérbios do mesmo número do dia em que estou. E hoje, o capítulo 29 traz, na tradução da Bíblia de Jerusalém, o seguinte versículo:

“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o jovem deixado a si mesmo envergonha sua mãe.” (v. 15)

Limites não devem ser dados somente quando a situação se tornar limite, mas assim que a transgressão ocorrer. Isso poupa-nos muita energia, pois não precisamos percorrer todo um “caminho de volta”, onde uma transgressão somou-se a outra e a mais outra e estamos exaustos de tanto repetir avisos e blefar castigos que não se realizam. E isso também mostra à criança que existe zelo e respeito por aquilo que é certo, que a punição não é opcional, aleatória ou acidental.

Por incrível que pareça, agindo assim estabelecemos um padrão no qual a criança sabe o que esperar e, por isso mesmo, sente-se segura e sob controle (um controle que ela mesma ainda não consegue exercer completamente, mas que deve ir aumentando com o tempo, com a nossa ajuda). A criança sabe que não pode fazer o que quiser, pois não será deixada impune. Já a criança que tem todos os desejos satisfeitos e/ou aquela sobre quem raramente se aplica um castigo, invariavelmente exercerá seu “poder” em público e humilhará os pais, expondo diante de todos a incompetência deles no exercício da autoridade que lhes foi dada pelo próprio Deus. Quem nunca viu aquelas crianças que se jogam no chão, que gritam, que choram ou que batem nos pais publicamente? Se elas fazem isso em público, certamente fazem coisas ainda piores em casa, e continuarão por este caminho conforme forem crescendo caso os pais não as impeçam.

É interessante voltar, neste mesmo capítulo, ao versículo 11:

“O insensato expande suas paixões todas, mas o sábio as reprime e acalma.”

O sábio não nasceu sábio, mas tornou-se sábio ao submeter-se, muitas vezes graças à vara e à repreensão, obediente aos pais. É por isso que, chegada a adultez, consegue reprimir e acalmar seus ímpetos, suas paixões, suas inclinações, pois foi ajudado pelos pais a lidar com todas elas em sua infância e adolescência. Mas aquele que não recebeu limites não conseguirá fazê-lo e acabará por tornar-se escravo de sua própria carne.
Que não tenhamos medo de guiar nossos filhos no caminho excelente que o nosso Deus estabeleceu, por mais impopular que isso soe, em nossos dias, aos ouvidos do mundo.
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Mais uma razão para o homeschooling?

A matéria a seguir não é nova. Publicada há um ano (em junho de 2012) pela jornalista Jenny Inglee, a matéria relata o paulatino avanço das medidas governamentais de controle total da sociedade (aqui, especificamente voltada para as crianças). No entanto, já outras medidas avançam por diferentes frentes: como os nanochips implantados em soldados (sob pretexto de controle de saúde) e em alimentos.

Os mesmos governos que investem na relativização e desmantelamento da estrutura familiar tradicional, na amenização das punições contra os bandidos e que, portanto, logicamente estimulam a deliquência, são os mesmos que querem, sob o pretexto da segurança, habituar as crianças ao controle total desde cedo. 

Quem serão os favorecidos com a instauração de uma sociedade frágil em vínculos naturais e massiva em redes artificiais de controles?
No
próximo ano (o corrente ano de 2013), estudantes da cidade de San
Antonio, no Texas, serão recebidos na escola com um sorriso caloroso e
com um rastreador que deverá ser posto em seus pescoços. O Sistema de
Identificação por Rádio Frequência monitorará todos os movimentos dos
alunos mais velhos (das últimas séries do ensino fundamental e também do
ensino médio) em horário de aula.

Há algumas razões para que o Distrito Escolar Independente Northside adote o sistema de rastreamento. O porta-voz do distrito, Pascual Gonzalez, explicou: “Queremos aproveitar o poder da tecnologia para tornar as escolas mais seguras, para saber onde estão os nossos alunos durante todo o tempo em que estão na escola e para aumentar a receita. Os pais esperam que sempre saibamos onde seus filhos estão e esta tecnologia nos ajudará nisso.

Como disse Gonzalez, as RFID (Radio Frequency Identification System) não estão sendo implementadas apenas para manter os estudantes seguros. O sistema de rastreamento está, em parte, sendo adotado devido a cortes orçamentais. O San Antonio Express-News informa: 
O distrito planeja gastar 525,065 de dólares para implementar o programa piloto e 136,005 de dólares por ano para mantê-lo, mas ele mais do que pagará a si mesmo, previu Steve Bassett, superintendente assistente de orçamento e finanças de Northside. Se for bem sucedido, Northside receberá 1,7 milhões de dólares no ano que vem, advindos tanto da maior frequência dos alunos quanto de reembolsos Medicaid para o transporte de estudantes de educação especial.

Alguns pais estão céticos sobre a nova tecnologia. Margaret Luna, uma das mães do distrito, disse: “Espero que os professores ajudem a motivar os alunos para que eles estejam em seus lugares, em vez de o distrito ter que fazer isso, mas eu acho que isso é o que acontece quando você não tem dinheiro suficiente.

Northside não é o primeiro distrito que adotou dispositivos de rastreamento. Dois distritos em Houston tiveram sucesso com a tecnologia GPS e, em 2011, o Distrito Escolar Anaheim Union High, na Califórnia, participou de um programa de seis semanas que acompanhou alunos da sétima e oitava séries com registros de baixa frequência à escola.

Enquanto isso, uma cidade no Brasil (Vitória da Conquista, na Bahia) tem levado a questão do rastreamento de seus alunos a um novo patamar. Em março deste ano, a BBC informou que 20 mil alunos do ensino fundamental usarão uniformes embutidos com dispositivos de localização GPS. Os pais recebem uma mensagem de texto quando a criança chega à escola ou se elas estão atrasadas. Coriolano Moraes, secretário municipal de educação, diz que o sistema de monitoramento foi posto em prática porque os pais não sabiam que seus filhos saíam para matar aulas.

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Minhas leituras e as “manifestações pacíficas”

Desde que recebemos o Trivium, não consegui parar de lê-lo. Claro, naquele meu horário pré-coma noturno, mas, ainda assim, e apesar de não ser fluente em inglês, tenho avançado com certa facilidade todos os dias. Diante disso, o Maquiavel (I e II) foi ficando em segundo plano, o que não é difícil se considerarmos o tipo de conteúdo da obra e, além disso, o meu péssimo hábito de pular de um livro para o outro. De todo modo, conforme prossigo no Trivium, não consigo deixar de vê-lo como uma espécie de contraponto ao Maquiavel. Eu sei, parece estranho, mas enquanto este último é como que uma amostra de veneno mortal, com ampla descrição dos componentes da fórmula e seus respectivos sintomas, aquele é como que o remédio, a cura para este e para ainda outros venenos. Assim, o contraste entre as obras tem me ajudado a compreender mais intensamente diversos pontos em questão.
“E as ‘manifestações pacíficas’, o que elas podem ter a ver com os dois livros?” Tudo. Vejam só: vocês observaram a faixa etária predominante entre os participantes? Trata-se, é inegável, de uma maioria de jovens e adultos entre 15 e 30 anos. É gente mais nova que eu e que você, talvez. Agora, afastemo-nos um pouco no tempo a fim de recapitularmos alguns elementos do nosso período escolar, especialmente se você, assim como eu, frequentou escolas públicas. Você consegue lembrar-se do tipo de posicionamento ideológico dos seus professores de história/sociologia/filosofia? Os meus eram todos, sem exceção, esquerdistas. E como prova basta rememorar alguns lugares-comuns da doutrinação em sala de aula: a Idade Média foi uma época de trevas dominada por fanáticos católicos, “a religião é o ópio do povo”, os EUA são os vilões do Ocidente, os militares deram um golpe em 64 e acabaram com a liberdade do povo, Cuba é muito legal e só há pobreza por culpa do embargo norte-americano, o comunismo é “do bem” e só deu errado por detalhe, etc. 
Na verdade, se retrocedermos mais um pouco, veremos que a doutrinação em sala de aula não começou na minha geração, mas, antes, provavelmente na mesma época do contra-golpe militar de 64 (sim, pois foi isso o que ocorreu), quando os militares restringiram sua esfera de ação à inibição das ações armadas dos grupos terroristas, não zelando pelo campo teórico, deixando aberto o caminho para uma revolução marxista ao estilo gramsciano, isto é, por meio da cultura, não das armas. De lá para cá, geração após geração, o pensamento esquerdista tem ganhado cada vez mais espaço e cada vez mais adeptos, estabelecendo uma homogenia política e ideológica quase completa. Assim, não é de admirar que, embora há quem afirme a presença de “conservadores” nas manifestações, os mares de pessoas presentes nas capitais são compostos por esquerdistas, pouco importando se extremados ou “festivos”. 
Ou seja, a “rapaziada politizada e engajada” que quer mudar o mundo, que tem um número infinito de causas a defender e que quebra tudo de qualquer maneira passou por um processo ainda mais acentuado de manipulação psicológica e de modificação comportamental do que nós, eu e você, passamos. Com isso não os estou justificando, mas apenas tentando explicar os fatos. E é assim podemos ver como Maquiavel Pedagogo tem tudo a ver com as “manifestações pacíficas”.
Agora, talvez você, mãe cristã, esteja sob a pressão de “o que fazer, afinal?”. Alguns insinuam chamar-lhe de covarde por não participar dos eventos, outros, de acomodada, afinal, “fazer alguma coisa é melhor que não fazer nada, pois a hora é agora e o gigante acordou”: eis o discurso de muitos, inclusive cristãos. E é aqui, como resposta às pressões externas (e talvez internas também) que se encaixa o Trivium. Há mais de duas décadas o casal Bluedorn, autores do Teaching the Trivium, perceberam o avanço da ideologia esquerdista nas escolas do EUA e, embora este não tenha sido o motivo essencial para que optassem pelo homeschooling, por compreenderem o total antagonismo desta com a fé cristã, encontraram aí mais uma razão para afastar suas crianças das escolas, fossem elas públicas ou privadas.

Sinceramente, em nossa situação específica e a curto prazo, não vejo saída. Enquanto os Bluedorn anteciparam-se a um problema, nós chegamos tarde. O que temos é a esquerda digladiando-se contra a própria esquerda em busca de mais poder, rumo à instauração de um regime totalitário a pedido do “povo”, ainda que as palavras de ordem e os “direitos” reivindicados soem benéficos. É a concretização do golpe à moda gramisciana, sem terrorismo, sem bombas, sem sangue derramado, onde a revolução parte do coração das massas manipuladas. Posso estar engana, e tomara mesmo que esteja, mas não vejo como as circunstâncias possam melhorar, pois não há uma liderança alternativa às opções que aí estão. E também isso, ao que me parece, é resultado do longo e paciente trabalho subversivo esquerdista.


Porém, a longo prazo, a situação não precisa nem pode continuar idêntica. Assim como os esquerdistas entregaram-se perseverantes ao trabalho de implodir o país atacando-o, durante décadas, por diversas frentes, dentre as quais a educação figura como uma das principais, nós também, pais e mães cristãos precisamos nos entregar ao trabalho de preparar uma nova geração de fato, não simplesmente na esperança de salvarmos o futuro do Brasil, mas no dever de criarmos nossas crianças para a glória de Deus, não para a vergonha de Seu nome. Claro, isso envolve homeschooling ou, no mínimo, intenso acompanhamento paralelo. Mas sobre todas as coisas, a mais importante não diz respeito a meros conteúdos, mas à postura da família: esta deve compreender que suas crianças não são responsabilidade do governo, mas SUA responsabilidade; elas são presentes de Deus PARA OS PAIS, não para os professores, de modo que os primeiros é que prestarão contas a Deus, não os segundos; e a única coisa que pode mantê-la firme contra o roubo e a confusão esquerdistas é a manutenção e o fortalecimento dos vínculos de AMOR e de FÉ, nada mais. É sobre estes fundamentos que o planejamento curricular da família poderá ganhar força e prosperar, seguindo na direção oposta à que nos oferece o governo, para pleno desenvolvimento de nossas crianças, para um futuro melhor ao nosso país e para a glória de Deus. E o Trivium, parece-me, é a ferramenta mais adequada para a realização dessa tarefa.


Que Deus possa iluminar nossos corações para que compreendamos a seriedade do que está em jogo e nos dê sabedoria e ousadia para buscarmos agradá-Lo vivendo uma vida familiar segundo a Sua vontade, não segundo nos aconselha o mundo.

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Estudando inglês, finalmente

Enquanto o Brasil vai oscilando entre uma depredaçãozinha aqui e um joguinho de futebol ali, uma reivindicaçãozinha aqui e uma inauguraçãozinha faraônica acolá, nós, aqui em casa, seguimos trabalhando (felizmente, assim como a maioria dos verdadeiros anônimos que fazem essa coisa toda andar). E a boa notícia da vez é que na semana passada finalmente encontrei um bom (e gratuito) material de inglês com o qual pude iniciar os estudos com a Chloe.

Anos atrás ela teve contato com o idioma no Colégio Israelita, mas como tratava-se de uma etapa pré-alfabetização, o que restou daquele período foram somente os sons de algumas palavras, não muito mais. Depois disso, comprei um livrinho bem fofo chamado Hide and seek – 300 First words e também etiquetamos boa parte das coisas do quarto deles, para que fossem se familiarizando com o inglês e expandindo um pouco o vocabulário.

Mas nada assim, esporádico e descontínuo, vai muito longe, daí minha preocupação e procura por um material didático que durasse mais tempo e conectasse melhor as coisas, desde o nível mais básico.

Foi então que encontrei os seguintes blogs: o Homeschool Creations, o Confessions of a Homeschooler e o Mr. Printables. 

No primeiro deles encontrei um material bíblico beeeeem legal, o ABC Bible Verse Flascards.

Trata-se de uma série que associa letra por letra do alfabeto a um versículo da Bíblia. Não são versículos inteiros e nem naquela linguagem King James, mas pedacinhos de versículos em uma linguagem bem coloquial. Temos lido uma letra por dia, caprichando na pronúncia e procurando na Bíblia em português a equivalência. Como a Chloe usa uma Nova Tradução na Linguagem de Hoje fica bem parecido e tranquilo de entender.

No segundo, encontrei o My PreK Daily Notebook que é uma espécie de agenda na qual, por meio do caledário, aprendemos os dias da semana, os meses, os números, o clima e também bichinhos e objetos associados a cada letra do alfabeto e algumas formas. Como o próprio nome diz é PreK, isto é, para jardim de infância, mas, para quem precisa começar do começo, está bem bom e como a Chloe adora colorir, tem achado bem legal.






Por último, encontrei, no Mr. Printables, uma weather station muuuuito legal.

A nossa não ficou tão lindona quanto a original, pois nossa impressão não foi colorida. Mas, por outro lado, Chloe pôde pintar tudo do jeito dela. O legal da weather station é que vira parte da decoração do quarto e a criança pode brincar todos os dias, expandindo bastante o vocabulário em termos de clima e temperatura.


De lá para cá, da descoberta do material até o dia de hoje, não passamos um dia sequer sem fazer alguma atividade em inglês, e isso porque a própria Chloe faz questão de não ficar sem. =)


Para quem quer dar a partida no estudo do inglês com os filhotes, eis aí um bom começo, pois ao mesmo tempo em que lidamos com os conteúdos da nossa fé, lidamos também com palavras do cotidiano que são frequentemente utilizadas, estabelecendo assim uma base útil prática e espiritualmente.


Bom proveito!

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Dica de livro para crianças maiores

De uns tempos para cá, além de lermos diariamente com as crianças diferentes obras e em diferentes momentos, começamos (especialmente o Gustavo) a pedir para que a Chloe lesse em voz alta. Ela já lê bastante todos os dias e por interesse próprio, mas percebemos que era chegada a hora de incentivá-la na aquisição de uma melhor dicção. Assim, hoje, enquanto eu preparava nosso almoço, pedi que Chloe lesse para mim um livro que ela pediu emprestado ao nosso pastor. O livro chama-se “A mancha” e explica que maneira muito acessível, mas não superficial, a questão do pecado. Apesar
de ter uma ilustração a cada duas folhas, não é um livro pequeno para
crianças entre 6 e 7 anos. E por ser bem encadeado e ilustrado, instiga a
criança a prosseguir na leitura.
 
Conversamos bastante ao longo da história, esclarecendo alguns pontos, corrigindo a pronúncia especialmente quanto à pontuação e citando exemplos de situações com “a mancha”. O final da história não poderia ser diferente: traz a cruz e o perdão de Jesus como a única solução total para a mancha.

Recomendo bastante aos pais cristãos que desejam aprofundar a consciência moral de suas crianças e também aos professores de escolas bíblicas dominicais.

Deixo aqui dois dos meus trechinhos favoritos:
“E tem até uns camaradas que ficam tentando jogar as manchas deles pra cima das outras pessoas. Acho que todos nós já tentamos jogar nossa mancha para cima de alguém, ou alguém já tentou jogar a mancha dele em cima da gente. A gente percebe isto quando quer culpar os outros por causa de nossas manchas. Culpamos o mundo, a sociedade, a situação econômica, nosso país, o professor da escola, os pais. Só que ‘jogar o lixo’ no quintal do vizinho não resolve o nosso problema. Pior: faz crescer mais ainda a nossa mancha.
Tentei outras soluções para me livrar da minha mancha. Perguntei para um psicólogo. Ele me disse que não existe mancha alguma. Falou que os meus pais é que foram os culpados pelas manchas de minha vida. Disse também que era só botar para funcionar a minha “força interior” que aí tudo ficaria numa boa… O psicólogo falou bonito pra caramba, mas a mancha ainda ficou lá. Todas as tentativas de acabar com a mancha não deram em nada. Tentei de tudo, esfreguei de todo jeito, mas a mancha continuava lá. Caí na tristeza…”
E não se preocupem. Não é um livro “pesado demais” nem “difícil demais” para uma criança dessa faixa etária. Nós é que, em geral, nos acostumamos a nivelá-los por baixo, de acordo com a época leviana em que vivemos.
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Links edificantes (3)

Retomando a tradicional postagem dominical de links úteis às mamães:
Time-Warp Wife
Calvert School
Facebook – https://www.facebook.com/CalvertSchool
Mr. Printables



Confessions of a Homeschooler
Site – http://www.confessionsofahomeschooler.com/
Facebook – https://www.facebook.com/ConfessionsofaHomeschooler


Instituto Alfa e Beto
Site – http://www.alfaebeto.org.br/BuscaCatalogo


Uma frase sobre cada link:
O primeiro é o site/perfil de uma mãe canadense, cristã, praticante de homeschooling que tornou-se best-seller.

O segundo é o site/perfil de uma escola norte-americana que produz material e currículo completos para homeschoolers do mundo todo, além de certificado/diploma válido nos EUA (utilizado pela família Yoshima, do blog “Amar sem fim” que aparece linkado na barra lateral.

O terceiro é enlouquecedor de tão legal, cheio das mais diferentes coisas (jogos, calendários, bichinhos…), todas gratuitas e para impressão. o/

O quarto é de uma mãe cristã, homeschooler, que é fera em produção de conteúdo para ensino domiciliar, disponibilizando muitas coisas gratuitamente.

O quinto é de uma página do Instituto Alfa e Beto onde há uma seleção de 600 obras que as crianças deveriam ler antes de entrar para a escola (eu, particularmente, não acho que tudo ali valha a pena, mas é um bom auxílio para quem não sabe que livro comprar ou como pesquisar a respeito).